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Amazonia

Sobre Amazônia

13/02/2006 por Miguel Rivera

"Viver em dois tempos ao mesmo tempo... Romper 100 anos em 1 segundo". Esse era o slogan de divulgação das chamadas da novela.

No final de 1991, Amazônia estreava com uma temática e uma história semelhante à de Pantanal. Embora fossem tamanhos os esforços para colocá-la no ar e a divulgar a sua estréia, Amazônia não passou de um grande fracasso para a emissora, que chegou a lançar uma segunda fase para recuperar os índices de audiência e compensar prejuízos. Mas não teve remédio: firmou-se como um dos maiores fracassos da dramaturgia da Rede Manchete e contribuiu bastante para o agravamento da crise da emissora.

A Manchete, que vinha bem, com o sucesso de Pantanal, e ainda não tinha se decepcionado completamente com os 16 pontos de A História de Ana Raio e Zé Trovão, gastou muito com essa novela, mas a audiência ficou muito aquém do esperado.

Inicialmente escalado para a direção da novela, Jayme Monjardim desentendeu-se com a direção da emissora e se afastou da Rede Manchete. A primeira parte da novela foi dirigida por Carlos Magalhães e a segunda parte por Tizuka Yamasaki.

A chamada de estréia de Amazônia impressionou

A novela estrearia antes, mas houve vários imprevistos com a produção, e a Manchete exibiu O Fantasma da Ópera, uma minissérie feita apressadamente, enquanto não se resolviam os problemas de Amazônia.

Amazônia foi contada em dois tempos simultaneamente: uma parte da história da novela se passava em 1899 e a outra parte na época atual (1991),
No desespero pela audiência, a partir do capítulo 43, a trama original de Amazônia teve um fim, e, com o mesmo elenco, entrou no ar Amazônia - Parte 2. Muito rapidamente saiu a história futurista e o passado da Amazônia dominou a cena, mas não a audiência. A novela chegou ao fim em junho de 92, já sobre a gestão do grupo IBF, com apenas 2 pontos de média de audiência.

Abertura original de Amazônia
A abertura da primeira fase da novela trazia moderníssimos recursos de computação gráfica, e era embalada pela canção Eldorado, de Marcus Viana.

Adolpho Rosenthal, diretor de criação da Manchete na época, procurou por todo o país um equipamento necessário para a produção da abertura. Até que surpreendentemente, encontrou o equipamento em uma afiliada da emissora, a TV Clube.

A abertura recebeu diversos prêmios, mas foi substituída na segunda fase da novela.


 
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