Rede Manchete

Jornal da Manchete Edicao da Tarde

A Edição da Tarde do Jornal da Manchete

Por Diogo Montano, em 27/07/2011
Edição da Tarde - 1993
Edição da Tarde - 1993

O Jornal da Manchete Edição da Tarde estreou em 1984, às 12h30, com o mesmo cenário (redação ao fundo), e abertura idêntica às demais edições do telejornal.

Em 1989, com a vinda de Eliakim Araújo e Leila Cordeiro para o Jornal da Manchete, Carlos Bianchinni assumiu a apresentação do Edição da Tarde.

Em 1990 houve uma modificação de base no jornalismo da emissora, e com isso o telejornal ganhou novos cenários (laranja) e abertura, e passou a ser ancorado por Lêda Nagle e Carlos Bianchinni no Rio, Celene Araújo em São Paulo e Carmem Lúcia em Brasília. O título também sofreu pequena alteração e o vespertino passou a assinar simplesmente "Edição da Tarde". Todas essas mudanças tinham por objetivo dar uma identidade própria ao informativo, se distanciando da linguagem e do formato da edição noturna. A partir desse período, o telejornal ficou marcado pelas entrevistas conduzidas por Leda Nagle no último bloco da edição.

Em 1992, com a crise na emissora, Leda trocou a Manchete pelo SBT. O Edição da Tarde então passou a ser apresentado por Carlos Bianchinni e Solange Bastos, e contava com a presença de Paulo Stein com as notícias esportivas. O telejornal ganhou também novos cenários e nova abertura.

Em 1995, Carlos Bianchinni passou a apresentar sozinho o telejornal, que novamente ganhou novos cenários e abertura, seguindo a reformulação que atingiu também a edição noturna do jornal.

Em 1997 Elisa Mendes assumiu a bancada. Mesmo sem alterações nos cenários, vinheta e logotipo, a apresentadora voltou a se referir ao telejornal como "Jornal da Manchete Edição da Tarde".

Em 1998, na última reformulação do jornalismo da Manchete, seus informativos diários voltaram a ser divididos em três edições. Com o mesmo cenário (novoamente trazendo de volta uma reformulada redação ao fundo), em março, estrearam o Jornal da Manchete Edição da Tarde, Jornal da Manchete, e o Jornal da Manchete Edição da Noite. Apresetada por Elisa Mendes, a edição vespertina voltava a ter uma hora de duração, e trazia também as notícias esportivas. Nesse período, os telejornais contavam uma assinatura, pronunciada pelos apresentadores ao final da escalada: "Esta é a edição da tarde do Jornal da Manchete, onde você tem a maior e melhor cobertura político-econômica, e onde você sempre sabe mais". A abertura das três edições também eram idênticas, só se diferenciando por uma assinatura abaixo do logotipo ("Edição da Tarde").

O telejornal foi extinto no final de 1998, durante a greve de funcionários que culminaria na venda da emissora.

Por Diogo Montano, em 27/07/2011

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