Rede Manchete

Jornal da Manchete 2a Edicao

Segunda Edição ou Edição da Noite

JM Segunda Edição - Lúcia Abreu
JM Segunda Edição - Lúcia Abreu

O Jornal da Manchete Segunda Edição foi ao ar pela primeira vez no dia 06 de junho de 1983 às 23h30, no dia seguinte à estreia da emissora. Com uma hora de duração, era apresentado por Paulo Santoro e Roberto Maia, direto de São Paulo.

Sergio Rondino também apresentou o telejornal, ao lado de Leila Richers, a partir de 1987.

A partir de 1989, com a vinda de Leila Cordeiro e Eliakim Araújo para a edição principal, o "segunda edição" passou a ser apresentado pelo também casal Ronaldo Rosas e Leila Richers.

Em 1991 o JM Segunda Edição foi interrompido, sendo substituído pelo Noite Dia, que ficou no ar até 1992.

Em 1993 o telejornal voltou ao ar, apresentado desta vez por Lucia Abreu.

Em 1994, em nova interrupção, foi substituido pelo Edição Nacional.

Em 1995 o Jornal da Manchete Segunda Edição voltou ao ar, desta vez apresentado por Renata Capucci, tendo como cenário um telão lilás ao fundo. No mesmo ano, Lucia Abreu voltou a apresentação do Jornal, contando novamente com os monitores ao fundo. Nesta nova fase, o telejornal não acompanhou a evolução de cenários e aberturas da edição principal, mantendo a mesma vinheta e logotipo que teve dois anos antes.

Em 1996, o telejornal foi novamente interrompido, dando lugar ao Manchete Verdade.

Em 1998, na última reformulação do jornalismo da Manchete, seus informativos diários voltaram a ser divididos em três edições. Com o mesmo cenário (novamente trazendo uma reformulada redação ao fundo), em março, estrearam o Jornal da Manchete Edição da Tarde, Jornal da Manchete, e o Jornal da Manchete Edição da Noite. Apresetada por Claudia Barthel, a última edição do dia voltava a ter uma hora de duração. Nesse período, os telejornais contavam com uma assinatura, pronunciada pelos apresentadores ao final da escalada: "Esta é a edição da noite do Jornal da Manchete, onde você tem a maior e melhor cobertura político-econômica, e onde você sempre sabe mais". As aberturas das três edições também eram idênticas, só se diferenciando por uma assinatura abaixo do logotipo ("Edição da Noite").

O telejornal deixou de ser levado ao ar em 1998, durante a crise da Manchete que culminaria na sua venda.

Por Diogo Montano, em 27/07/2011

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